Infância
segunda-feira, 17 de maio de 2021
INDEFINÍVEL
O suor
O frio
Um desejo de morte
De silêncio
De esquecimento
Sufocado por
Afogado em
Decomposto além.
quarta-feira, 17 de março de 2021
sexta-feira, 12 de março de 2021
Desengano
De
Deus
Em Dédalo
Eis-me agora
Sobrecarregado de apêndices
(E anotações esdrúxulas)
Em cada uma das milhares de leituras alheias.
Não sou capaz de compreender o que penso, sinto e anseio agora.
Mesmo essas palavras sobre pensamentos, sentimentos e anseios
Não significam nada para mim.
Agora.
segunda-feira, 4 de janeiro de 2021
Cem anos de solidão
Não resisti. Comprei mesmo! Novinho, novinho. Era ainda adolescente quando li pela primeira vez a solidão das solidões. Bendita biblioteca do SESC! Naquela época, eu ainda não sabia: Parnaíba, minha Macondo.
quarta-feira, 16 de dezembro de 2020
DESPRAZER
Os olhos ardem
Tardam a enxergar
Mesmo que sofram
Lágrimas sôfregas
Não haverão de purgar
Resquícios ressentidos
De escuridão.
segunda-feira, 23 de novembro de 2020
segunda-feira, 14 de setembro de 2020
segunda-feira, 20 de julho de 2020
Aula: Noite na taverna
Marcadores:
Álvares de Azevedo,
análise,
assassinato,
aula,
byronismo,
canibalismo,
incesto,
Mal do século,
morte,
necrofilia,
Noite na taverna,
paradidático,
resumo,
Romantismo,
Solfieri,
ultrarromantismo
quinta-feira, 2 de julho de 2020
quinta-feira, 18 de junho de 2020
O poeta carece de espadas e novelos de lã
O coração taquicárdico
- Espasmódico -
Guincha de dor
- Dor camoniana -
De quando o azul
Rasga a ave atrevida
- Oh, filho de Dédalo -
De quando o labirinto
- Perdido em si mesmo -
Acolhe a própria abominação.
domingo, 26 de abril de 2020
Presságio
Já não sei como extirpar
Pensamentos perversos
Esboços de loucura
A taquicardia sem fim.
Submeto-me a paliativos
Conselhos inúteis
Ideias descabidas
Apneia sem fim.
Já não suporto a insônia
Carente de pesadelos
Enfartado de pensamentos
Abatimento sem fim.
segunda-feira, 20 de abril de 2020
Disforia
Cotidiariamente
Irremediavelmente
Gemidos
lamentam
O
enclausuramento imposto
Posto
que a rotina insuportável
Alimenta
o contraditório apego
À
insuportável rotina de outrora.
sábado, 23 de novembro de 2019
The wall
supostos super-homens
trepando
e
saltando
de muro em muro
entre um murro
e
outro murro
outro murro
sempre a mesma expectação.
Mal sabem eles que para cada barrigada
milhares de novas barricadas
despontam
e
desapontam
aqueles mesmos ignorantes
esganados
e
enganados
pela própria presunção.
sábado, 16 de novembro de 2019
domingo, 20 de outubro de 2019
Assinar:
Postagens (Atom)





