Poemas, contos e crônicas do Prof. Ajosé
Infância
quarta-feira, 10 de janeiro de 2018
Fênix
Ah, se aquela nave
Ave doida
Doída
Sentida
Sentinela dos céus
Perdoasse o poeta
Profeta de si mesmo
Ou mesmo o infame exegeta
Da sarjeta habitante
Distante de ter sido
O tecido macio
O macho no cio
Cioso e inúbil.
2 comentários:
Anônimo disse...
Ajosé bonito poema.
14 de abril de 2018 às 16:16
Clarinha :)
disse...
Lindo.
20 de abril de 2019 às 15:27
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2 comentários:
Ajosé bonito poema.
Lindo.
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